Just Cats








Cabras da peste:

O Blog dos Capricornianos...






Domingo:Suely


Segunda:Dati

Ter�a:Eu

Quarta:Dulce

Quinta:R�bia

Sexta:CoRa

S�bado:Guilherme

03/06/2004 19:24

Gatos do Rio

Esse é um povinho que merece uma visitinha...


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



21/05/2004 22:28

Marcas do bichano

POR ALEXANDRE ROSSI*
COLABOROU DANIELA RAMOS

As marcas ficam por toda a casa (e também nas redondezas). É evidente que um bichano esteve por lá. São sofás, camas, travesseiros, tapetes e carpetes com as provas do delito. Alguns preferem cultuar - ou talvez destruir - a natureza buscando árvores e galhos para arranhar. Outros dão um toque de ousadia na escolha de seus alvos. Arranham jeans, tênis, bichos de pelúcia e outros similares. Mas por que os gatos arranham tanto? Puro instinto destruidor ou excessivo desejo de manter suas unhas aparadas e afiadas?

Fêmeas e machos, adultos e filhotes (a partir de cinco semanas de vida), sozinhos ou em grupo, enfim, todos os gatos arranham. O hábito aparece inclusive naqueles que já não têm mais suas unhas. O quê? Isso mesmo. É comum verificarmos que gatos que tiveram suas unhas extraídas cirurgicamente (justamente porque arranhavam demais) continuam com o característico comportamento de esticar suas patas dianteiras, apoiá-las sobre determinadas superfícies e movimentá-las como se estivessem enfincando suas garras. Curioso? Mais do que isso: revela que com seus arranhões os gatos estão buscando algo além do que unhas perfeitas.

Os gatos arranham por várias razões: espreguiçar, brincar, aliviar frustrações e, inclusive, afiar as garras. Mas o principal motivo mesmo é a comunicação. Arranhar seria uma maneira não-verbal de se comunicar com o mundo. Esfregando e enganchando suas garras sobre superfícies, os gatos fazem marcações no ambiente. Deixam sinais odoríferos e visuais que são facilmente detectados e reconhecidos por outros gatos. Não se sabe ao certo qual seria o conteúdo informado por esses sinais. Talvez queira dizer: "Passei por aqui e este território é meu!", ou até "Passei por aqui e estou vivo!". Pesquisas já revelaram que gatos de rua arranham muito mais na presença de outros gatos do que quando sozinhos. Talvez isso seja mais uma evidência de que com seus arranhões os gatos querem mesmo é se comunicar.

Mas e quando os arranhões viram um problema? Sofás destruídos, estantes rabiscadas, cortinas desfiadas, roupas virando "pano de chão"... O bichano passa a ser encarado como um "destruidor" e o relacionamento com a família vai se desmoronando. Alguns chegam até a perder seus lares. Como sair dessa? É importante que sejamos conscientes. O objetivo não é eliminar o hábito de arranhar, mas sim disponibilizar locais e situações onde o gato possa tranqüilamente exibir seu comportamento sem fazer estragos.

Para começar, devemos fazer com que o local onde seu gato gosta de arranhar se torne desagradável e até inacessível. Uma maneira de fazer isso é colar fitas adesivas dupla-face no local. Ele não terá mais prazer em voltar ao seu cantinho preferido para arranhar. Ao mesmo tempo devemos oferecer a ele uma superfície própria: um arranhador para gatos. Este deve ser colocado nos locais onde o gato passa a maior parte do tempo. Perto de onde ele costuma descansar ou brincar, por exemplo. Se o seu gato costuma arranhar tapetes e carpetes, o arranhador pode ser colocado em cima da região mais destruída. Cuidado ao posicioná-lo. Qualquer acidente que possa assustar e traumatizar o animal acabará com o ensinamento. O ideal é que sejam colocados arranhadores em até 2 ou 3 lugares, se possível. Ensine-o a usar essa nova superfície estimulando brincadeiras no local, espalhando brinquedos pela redondeza ou até pendurando alguns no arranhador. Outra alternativa é depositar catnip, a famosa erva altamente atrativa para os gatos, no local. Acompanhe-o nessa iniciação, mas não tente esfregar as unhas dele no arranhador: isso iria forçá-lo e o gato deve aprender naturalmente, mesmo que para isso você tenha que dedicar algumas horas de ensinamento. Agrade-o quando ele agir corretamente. Há quem diga que o proprietário pode até arranhar um pouquinho para que o gato aprenda lhe observando e imitando! Você pode tentar...

Ainda melhor do que isso é prevenir o problema fazendo uso dessas técnicas já quando adquirir um novo gatinho. Caso você não possa comprar um arranhador, confeccione-o, mas lembre-se de escolher superfícies atrativas para seu gato. Atente-se para suas preferências. Existem gatos que gostam de arranhar locais lisos e macios, outros preferem superfícies ásperas e duras. Cada gato é um indivíduo diferente.

Devemos sempre lembrar que o hábito de arranhar é um comportamento natural do gato. Ele faz parte de seu hábito, assim como o espreguiçar, por exemplo, faz parte de nossa rotina. Portanto, não devemos pensar que um gato que arranha tudo é um verdadeiro "detonador" de casas. Eles não tem a intenção de destruir, por isso busquemos uma solução satisfatória para nós e para eles. Extrair cirurgicamente suas unhas deve ser uma das últimas opções a se fazer. Lembre-se de que, dependendo do ambiente onde ele vive, ele pode precisar delas. O bem-estar e o respeito à natureza do nosso bichano são fundamentais.


Personalidade de gato

A ciência já é capaz de explicar porque Félix é diferente de Garfield

POR ALEXANDRE ROSSI *
COLABOROU DANIELA RAMOS

Para os donos, cada bichano é um indivíduo diferente. Brincalhões ou reservados, atrevidos ou recatados, audaciosos ou prudentes, melindrosos, modestos, egocêntricos, ou até temperamentais, cada gato parece ter sua própria identidade. Alguns deles, ao longo da história, alcançaram a fama e até ficaram imortalizados em nossas lembranças graças aos seus temperamentos marcantes. Quem não se lembra do criativo gato Félix, sempre cheio de truques, malabarismos e artimanhas? E do melindroso, guloso e preguiçoso Garfield? Sem disfarces e com ar de declaração ("gostem de nós do jeito que somos"), os gatos deixam cada vez mais claro que "personalidade" é algo que não lhes falta!

Até bem pouco tempo atrás estava muito longe da ciência aceitar que gatos poderiam diferir uns dos outros, quer seja no relacionamento com as pessoas ou nas interações com outros gatos. Felizmente, a realidade mudou e atualmente diversas pesquisas têm comprovado que, de fato, o que proprietários observam e relatam é verídico: cada gato tem sua própria identidade. Estudo recente realizado nos EUA filmou inúmeras sessões onde diferentes gatos eram colocados junto de pessoas não familiares. Verificou-se que os gatos exibiam comportamentos bem diferentes, de modo que foram classificados em: gatos amigáveis reservados (sem iniciativa), gatos amigáveis com iniciativa e gatos não-amigáveis. Dentre os gatos amigáveis, por exemplo, havia aqueles que preferiam contato através de brincadeiras, outros preferiam afagos e carícias, e por fim, havia aqueles que procuravam manter um contato à distância, como num verdadeiro "amor platônico".

Mas o que será que determina esses diferentes temperamentos dos gatos domésticos? De onde vem esta tal "personalidade"? Estudiosos do assunto acreditam que o temperamento de um gato seja resultado de uma combinação de fatores, tais como genética, experiências com a mãe e irmãos de ninhada enquanto filhote, ambiente onde vive e até a própria personalidade do dono. Por exemplo, um gatinho órfão que foi privado das lambidas e esfregamentos de sua mãe e irmãos de ninhada terá grandes chances de se tornar um gato adulto medroso e intolerante às carícias. Da mesma forma, um gatinho vivendo em um ambiente com crianças lhe importunando o tempo todo (obrigando-o a ficar no colo e até usando seu rabo como brinquedo) provavelmente se tornará um adulto assustado e até agressivo.

Mas, sem dúvida, a genética tem uma notável parcela de contribuição no temperamento de um gato. É bastante comum aconselharmos as pessoas a investigarem o temperamento dos pais de um gato, principalmente quando se busca um bichinho bastante dócil. Quem nunca ouviu dizer que gatos amigáveis tendem a gerar filhotes também amigáveis? Isso é verdade, já que mãe e pai transferem para os filhotes genes que contêm toda informação referente a seu organismo, incluindo seu temperamento. É por isso que os filhos, e aí podemos incluir o ser humano, apresentam características maternas e paternas em sua personalidade. A mãe, no entanto, não transmite simplesmente informação genética para seus filhos. Desde que nascem e enquanto são ainda pequenos a mãe lhes transmite ensinamentos bastante importantes para a vida futura, daí a importância dos primeiros contatos dos filhotes com a gata. Já o pai tem pouco ou nenhuma participação nesta fase de ensinamentos, já que os machos praticamente não atuam na criação dos filhotes.

Dessa mistura de fatores herdados e ensinados é que surgem os diferentes temperamentos dos felinos. Embora apareçam e se desenvolvam enquanto o animal é ainda filhote, irão permanecer também no indivíduo adulto. Uma vez formada, a personalidade do gato permanecerá por anos e talvez até por toda a vida. Se enquanto filhote seu gatinho já demonstra, por exemplo, que é capaz de truques, artimanhas e até trapaças para conseguir comida, tenha certeza, quando adulto, será um gato bem malandrinho; daqueles que atacam sua geladeira para afanar alguns petiscos e guloseimas.

Independente do temperamento do felino, o importante é saber entender e compreender que cada gato é um indivíduo diferente. Devemos aceitá-los tal como são e lembrar que uma das grandes características admiráveis nos gatos é justamente o fato de terem "personalidade".



O mundo pelos olhos felinos

* Por Alexandre Rossi
Colaborou Daniela Ramos

Gato é sinônimo de liberdade, inteligência e curiosidade. Principalmente curiosidade. Mas ao contrário de nós, os gatos precisam fazer muito menos esforço para perceber o que está acontecendo a seu redor. Eles não chegam ao extremo de "enxergar pelas costas", mas visualizam elementos que estão ao seu redor com menos esforço. Assim, se alguém passar ao lado ou mesmo por trás de um gato, ele não precisará deslocar muito a cabeça para ver quem é. Isso se deve ao seu sofisticado aparelho visual, típico nos predadores, cujos olhos mostram-se mais projetados da superfície e apresentam um campo visual bastante grande, de 220° a 290° (a humana é de 180°).

Embora enxergue bem durante o dia, a visão do gato é bastante adaptada a visão noturna. Seus olhos apresentam estruturas e mecanismos totalmente direcionados para a visualização na presença de pouca luz, fazendo com que aproveitem melhor a luz do ambiente (estima-se que eles necessitam de cerca de 1/6 da quantidade de luz que para nós é o limite mínimo para a visão).

Um desses mecanismos é dilatação pupilar, a extrema adaptabilidade das pupilas que se dilatam ou contraem conforme a quantidade de luz, permitindo uma melhor visualização do ambiente. Quem nunca reparou na diferença entre os olhos de um gato durante o dia e à noite? Aquele filetinho escuro central se transforma numa esfera negra que toma grande parte do olho. Agora, seus olhos estão ainda mais abertos para a escuridão.

Mas nem tudo é glória. Se por um lado os gatos nos superam na capacidade de enxergar durante a noite, por outro, perdem na acuidade visual, pois eles têm apenas 10% da nossa capacidade de visualizar imagens detalhadas. Isso se deve às mesmas estruturas oculares que maximizam a visão noturna, que diminuem a resolução das imagens, tornando-as, na maioria das vezes, obscura. Além disso, eles apresentam pouca acomodação visual e uma leve miopia, que também resultam na visualização de uma imagem imperfeita.

Dessa forma, elementos como o movimento dos objetos, assim como variações de tamanho e algumas formas básicas são primeiramente visualizadas em detrimento aos detalhes. Portanto, se o seu gato não vem mais ao seu encontro quando você oferece aquela apetitosa ração de carne, não pense que agora ele prefere atum, talvez ele não esteja reconhecendo seu prato predileto. Chegue mais perto e então ofereça a ração. Agora sim, ele pode avaliar a oferta.

Seguindo o mesmo raciocínio, podemos imaginar que o gato não dará muita importância e poderá nem mesmo notar se seu brinquedo ambulante é um ratinho ou um ursinho, desde que do mesmo tamanho. Mas com certeza, você chamará sua atenção quando colocá-los em movimento. Ainda que ele não entenda o que aquele formato representa, será extremamente preciso ao agarrá-lo e lançá-lo pelos corredores.

Há divergências entre a possibilidade de visualização das cores. Estudos anatômicos já conseguiram comprovar a existência de componentes oculares e cerebrais necessários para a visualização e discriminação das cores, embora com algumas limitações e sem a certeza do quanto são funcionais. Cientistas americanos já provaram que os gatos são capazes de diferenciar o azul do cinza e o azul do verde, desde que o objeto colorido não esteja muito distante de seus olhos e seja de bom tamanho. Não se sabe ainda como eles enxergam essas cores, talvez o azul para eles seja visto como uma outra cor; certamente diferente do verde e do cinza. Talvez a compra de camas e brinquedos coloridos para seu gato seja uma tarefa inútil: para ele, talvez grande parte destas cores sejam, na verdade, tons de cinza.

(*) Alexandre Rossi, autor do livro Adestramento Inteligente, é zootecnista
especializado em comportamento animal e adestramento - www.bigfoot.com/~rossi

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13/05/2004 06:54

08/05/2004
‘Caso Fred’

http://www.atribunaonline.com.br/nt.php?eid=27&nid=1

Estudante vai cumprir pena alternativa
O estudante de Medicina Veterinária, Thiago Lima foi condenado ontem ao pagamento de pena alternativa, em audiência realizada no Fórum de Umuarama, na manhã de ontem. Lima foi acusado de atear fogo no cachorro conhecido como Fred, provocando-lhe a morte, dias depois, devido às graves lesões provocadas que lhe causaram a falência múltipla de órgãos, conforme atestou, na época, o veterinário Alex Sander Dias Machado.
De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, número 9.605 de 12/02/98. Segundo essa lei, é crime praticar atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais e a pena prevista varia desde multa, a reclusão de três meses a um ano.
O juiz da 2ª Vara Criminal, Gelsi Francisco Acadrolli, juntamente com o promotor de Justiça Paulo Roberto Estebon, determinaram ao réu pena simples, que prevê reclusão de dez a trinta dias. No entanto, devido ao fato do acusado não possuir antecedentes criminais, duas opções lhe foram oferecidas pela Justiça: doar três cestas básicas no valor de R$ 1 mil cada uma para instituições a serem designadas pelo referido promotor, ou prestar serviços à própria Saau (Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama) durante trinta dias, sob o regime de oito horas diárias, quatro vezes por semana.
Lima decidiu pela segunda opção. No decorrer do cumprimento da pena, o estudante será acompanhado em suas atividades por dois acadêmicos do curso de Medicina Veterinária. Segundo o entendimento da Justiça, extingue-se a responsabilidade criminal atribuída ao acusado, assim que ele cumprir integralmente a pena.
De acordo com Iracema Prado Dumont, presidente da Saau, instituição que tomou todas as providências necessárias para o tratamento do cão ferido e divulgou o caso à imprensa, infelizmente a lei é muito branda, mas existe e deve ser respeitada.
Esta é também a opinião do bacharel e colaborador da Saau, Fábio Henrique Alves, que afirmou: “a pena foi branda e a legislação é frouxa, diante da gravidade do crime”.
Alves acrescentou que, apesar da decepção, entende como sendo positiva a mobilização da sociedade que se indignou diante de tamanha brutalidade. Ainda de acordo com o bacharel, o cumprimento da pena, embora atenuada, é interessante porque oferece ao réu uma possibilidade de conscientização, e não de punição, no que se refere ao ato que cometeu e à sua postura daqui pra frente.
De acordo com Iracema e Alves, o advogado, no Brasil, da Sociedade Internacional de Proteção aos Animais – com sede em Genebra – Rogério Gonçalves acrescenta que o caso de Tiago Lima atingiu dimensão internacional, proporcionando amplas discussões sobre temáticas que envolvem a proteção aos animais e o Meio Ambiente de forma geral.
O advogado, por meio do Fórum Nacional de Defesa Animal, apresentou o caso ao programa de TV Late Show, que reconstituirá o crime no programa a ser exibido neste sábado, 08 de maio, às 16h15, na REDETV. O advogado agradece o apoio das ONGs Focinho Gelado, SOS Bichos, de Curitiba, Viralata é 10, de São Paulo, e Associação de Proteção Animal de São Caetano do Sul, que possibilitaram a sua presença em Umuarama.

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11/05/2004 00:04

69ª e 70ª Exposições Internacionais de Gatos de Raça

Raças de gatos bem diferentes das que o público brasileiro está acostumado a ver estarão nas 69ª e 70ª Exposições Internacionais de Gatos de Raça, promovidas pelo Clube do Gato do Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de maio, das 11h30 às 18h, no Shopping Marapendi, com entrada gratuita. Apoiado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, o evento vai reunir cerca de 200 gatos, incluindo raças exóticas. Estarão presentes na mostra os persas, os orientais, exóticos, siameses, o ocicat e uma nova raça nacional que é o Brasileiro Real (no exterior, é conhecido como Brazilian Royal Cat).

Também durante a exposição, o Clube do Gato do Rio de Janeiro estará doando aproximadamente 50 gatos para o público do evento. Eram animais de rua que receberam todo tratamento gratuitamente, incluindo esterilização e vacinas, e estão prontos para serem adotados. Os padrinhos destas edições serão os atores Carol Machado e Pedro Cardoso, dois apaixonados pelos felinos.

Data: 15 e 16 de maio
Local: Shopping Marapendi – Av. das Américas 3.959 – Barra da Tijuca
Horário: das 11h30 às 18h

www.clubedogato.org.br

Entrada gratuita


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11/05/2004 00:03

- Fazenda Modelo

Foi sancionada pelo prefeito Cesar Maia a lei 3.797, que proíbe o extermínio
de animais para fins de controle populacional no Rio. "É a vitória do
humanismo", comemora a secretária Maria Lúcia Frota, de Defesa dos Animais.
"O Rio é a primeira cidade do mundo a ter lei que proíbe a matança." Os
bichos da Fazenda Modelo comemoram.

http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/gente.asp



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07/05/2004 10:46

Pegou Fogo!!!

Reproduzo o "pega" muito legal que aconteceu no blog da Cora Rónai, o InterETC

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Troque seu cachorro
por uma criança pobre


Nos comentários do post abaixo, sobre o cotidiano com os gatos, o Paulo Roberto Lopes me fez esta pergunta:

"Você tem um apreço muito grande pelos gatos, dos quais também gosto, tenho um, mas acho que, de sua parte e de tantas outras pessoas, há exagero. Em vez de se ter tantos gatos, como você tem, por que não adotar uma criança sem-mãe-nem-pai? Não tenho nada com sua vida, e peço mil desculpas pela intromissão, mas eu o faço por motivo humanitário, porque me preocupa – muito mais do que os gatos -- as crianças que choram pelo carinho de alguém que possam chamar de mãe ou de pai – sobretudo de mãe. Em muitos casos, aliás, não se trata de escolher entre gatos ou criança, porque há condições financeiras e afetivas para se dedicar a um filhote humano, digamos assim, e ao mesmo tempo a um felino – pra que ter seis, dez gatos?"

Não precisa pedir desculpas, Paulo Roberto. Esta é uma pergunta clássica, feita por quem ou não tem animais ou não tem filhos; como você diz que tem um gato, suponho que não tenha filhos. É também uma pergunta muito difícil de responder, porque se a pessoa não percebe sozinha a diferença abissal entre um filho e um animal de estimação fica complicadíssimo explicar -- mas vou tentar.

Ninguém adota um fllho porque tem um dinheirinho -- ou um afetinho -- sobrando, temporariamente desviados para quadrúpedes. As pessoas adotam filhos quando sentem um vazio humano nas suas vidas. Ser pai ou mãe responsável não é só pagar a escola e o pediatra e fazer um carinho na cabeça da criança antes de ela ir dormir; é se atirar de corpo e alma na construção de uma pessoa, ensinar, dar e mostrar exemplos, cuidar, levar e buscar na escola, no balé e no inglês, estar atenta ao que faz e com quem se relaciona, dar disciplina e compreensão nas doses certas, enfim... viver 24 horas por dia em função daquela criança.

É preciso ter uma imensa disponibilidade de tempo, paciência e carinho para ser pai ou mãe de verdade; para não falar em dinheiro.

Como eu te disse, não dá para comparar crianças e bichos de estimação; mas, ficando só no lado prático da questão, ninguém precisa levar um gato à escola, conferir os seus deveres de casa ou, na adolescência, ir buscá-lo às quatro da manhã numa festinha do outro lado da cidade.

Inversamente, eu não poderia deixar uma criança sozinha durante todo o tempo que passo fora de casa, sobretudo quando viajo. Os gatos também não gostam muito dessas ausências, é verdade, mas aceitam a situação resignados.

Quanto à pergunta dentro da pergunta -- "pra que ter seis, dez gatos" -- posso garantir, pelo menos nos casos que conheço, que ninguém decide ter seis, dez ou quinze gatos. Os gatos acontecem na vida de quem gosta deles. Um dia a tua filha chega da faculdade trazendo um gatinho que estava sendo maltratado no bar da esquina (Mosca); no outro, o porteiro traz uma gatinha que foi abandonada em frente ao prédio, às portas da morte (Tutu); ou a faxineira vem com uma siamesinha que nasceu na favela e que ela não tem condições de criar (Pipoca); ou...

Enfim. Há milhões de crianças em condições desesperadoras, é verdade, mas a situação dos animais não é nada melhor, pelo contrário.

Eu criei dois filhos maravilhosos, que se tornaram adultos cheios de qualidades e que me enchem de orgulho; e dou guarida aos gatinhos que a vida teve a consideração -- a delicadeza -- de pôr no meu caminho.

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Foram 67 comentários até agora...


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07/05/2004 06:17

Recebi por e-mail e achei o máximo, pena que não veio assinado:


Obrigado Mamãe

Tudo o que sempre necessitei saber, aprendi com minha mãe:

- Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito: "Se vão se matar, façam isso lá fora. Acabei de limpar aqui!"

- Minha mãe me ensinou religião: " Melhor rezar pra que esta mancha saia do tapete!"

- Minha mãe me ensinou lógica: "Porque eu digo que é assim, por isso.. e pronto!"

- Minha mãe me ensinou ironia: "Continua chorando e vou te dar uma razão pra chorar."

- Minha mãe me ensinou técnicas de odontologia: "Volta a me responder assim e quebro todos os seus dentes!"

- Minha mãe me ensinou a economizar: "Guarde suas lágrimas para quando eu morrer."

- Minha mãe me ensinou osmose: " Fecha essa boca e come!"

- Minha mãe me ensinou contorcionismo: "Olha o cascão que está em sua nuca!!"

- Minha mãe me ensinou força de vontade: "Vai ficar aí sentado até terminar este espinafre!"

- Minha mãe me ensinou meteorologia: "Parece que um furacão passou pelo seu quarto!"

- Minha mãe me ensinou modificação de padrões de comportamento: "Deixa de agir como seu pai !"

- Minha mãe me ensinou habilidades como ventríloquo: "Não resmungue, cale a boca e me responde: porque você fez isso?"

- Minha mãe me ensinou retidão: "Vou lhe dar uma boa surra se voltar a fazer isso, vai ver!"

Obrigado mamãe!!!!!


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



07/05/2004 06:16

Vida de Gato
Danuza Leão

Eu e meus gatos, Haroldo e Dinorah, estamos vivendo uma crise de
relacionamento que, acho, nunca vai se resolver.

Ele chegou primeiro, tomou conta da casa e ficou logo íntimo; quando chega um amigo, ele brinca com os cordões dos sapatos e pula no colo com uma desenvoltura de dar inveja.

Já a chegada de Dinorah foi estressante: tendo passado por situações traumáticas (foi abandonada na rua), passava os dias escondida debaixo da cama ou do sofá e só ousava aparecer quando anoitecia; aí Haroldo, bem tirano, dava uma corrida nela, que saía apavorada e se escondia de novo.

Tudo por ciúmes.

Os dois estão comigo há quase um ano; nós duas estamos mais próximas, mas não tanto quanto eu gostaria (ele não deixa). Às vezes, quando Haroldo está dormindo, ela ousa subir na minha cama, e quando eu ensaio um cafuné, dois segundos depois ele aparece, finge que está brincando, dá uns beijinhos no cangote, crava os dentes e ela sai correndo.

Ele não me preocupa: sabe lutar pelo lugar dele, por mim (que como sou dele não posso ser de mais ninguém) e não faz nenhuma espécie de cerimônia: entra no armário, se instala em cima dos meus suéteres e às vezes deita a cabecinha em cima da minha mão de tal jeito que eu não me mexo para não atrapalhar o descanso dele. E se por acaso pego o jornal -com a outra mão- ou ligo a televisão, ele levanta a cabeça e dá um olhar superior do tipo "esse barulho está me incomodando"; e eu desisto, é claro.

Quem me enche de preocupações é Dinorah; tímida e medrosa, ela quase não se aproxima, e se eu tento fazer um carinho, foge e fica me olhando assustada, lá de longe. Eu queria muito que ela entendesse que não deve ter medo do Haroldo, que eu adoro ela, que os dois têm os mesmos direitos, mas acho que ela não entende. Fica só me olhando com aquele olho lindo, coitadinha.

Outro dia aconteceu uma coisa que fez meu coração ficar pequenininho.

Dinorah ficou de pé num banquinho perto da janela, botou as patinhas dianteiras no parapeito e ficou olhando o mundo lá fora; um mundo ao qual ela não tem acesso e provavelmente nunca terá.

Olhou por longos minutos a paisagem, os carros que passavam, depois saiu, se ajeitou na poltrona e dormiu.

Aí fiquei pensando em como deve ser triste ser gato. Nós podemos sair, passear, temos amigos, falamos no telefone, lemos, vamos ao cinema, pensamos, inventamos, amamos, odiamos, e os gatinhos nada.

Eles têm o espaço da casa para andar, comem o que a gente dá, dependem inteiramente de nós, e a maior aventura da vida deles é olhar pela janela -e só.

Em compensação, externam seus sentimentos de maneira clara, de um jeito que nós bem gostaríamos de expor os nossos, mas não podemos.

Eles exigem uma atenção total e absoluta, avançam em cima de quem quiser roubar um minuto de nossa atenção e, se ousamos nos distrair com outra coisa que não eles, se retiram e nem nos olham pelo resto do dia. No fundo, agem como nós agiríamos
se não tivéssemos sido educados a respeitar o espaço do outro, a vida do outro, a liberdade do outro etc. etc.

São muitas as diferenças entre os gatos e os homens; se um dia você estiver doente ou apenas triste, seu gato não vai sair de perto de você um só instante. E se você der todo o seu afeto a seu gato (só não pode é dar bola para outro), terá alguém que vai te adorar eternamente, acima de todas as coisas, com direito a uma lambidinha no rosto com aquela linguinha que parece uma lixinha.

Deve ser bem bom ser gato.


Folha de São Paulo 02/05/2004



enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



06/05/2004 18:40

Rapidinhas...

Como todo felino, o gato é um dorminhoco, dorme em média 16 horas por dia, divididos em vários períodos.

Os gatos nunca devem ser alimentados com rações para cães, pois são mais pobres em proteína e gordura, e não contém um nutriente chamado Taurina, que garante sua visão especial, um coração saudável além de outras funções essenciais e Ácidos Graxos Essenciais, indispensáveis para pêlos brilhantes, pele saudável, membranas celulares sadias e reprodução.

Gatinhos que crescem com bastante contato humano se tornam mais sociáveis e menos medrosos quando adultos.

O ato de arranhar faz parte da natureza do gato e serve para aparar as unhas e marcar seu território. Deixe um poste arranhador ao seu alcance.

enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



02/05/2004 08:14

Definitivamente tenho que concordar que o blig está muito ruim.

E é uma sacanagem pois tenho esse blog há um bom tempo - mais de 2 anos.

Eles deviam ter mais consideração e deixar, pelo menos, alterarmos o template.

Estou procurando novo host... Pena...

enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



29/04/2004 22:04

Depois de um longo tempo no limbo internético (?)...

Bom, começo agradecendo imensamente os comentários carinhosos e respondendo à pergunta da Ana feita no dia 06/02:

- Ana, a cat list que tanto me refiro no blog é a do yahoo. Escreva para Grupo da Gataria e solicite sua inscrição... Acho que vou até colocar um link para lá depois, aliás, são duas lista e uma delas a gente pode acessar pelo site da minha amiga querida Claudia Porto, o Planeta Gato.

Que saudades do meu blog!!!

enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



06/02/2004 11:37

Você Sabia?

Que seu gatinho gosta de comer plantinhas?

Os gatos gostam de mastigar grama pois faz bem para eles, servindo como uma espécie de digestivo, já que eles ingerem folhinhas instintivamente quando estão sentindo alguma indigestão estomacal. Em pequenas quantidades, a grama ajuda também na disgestão de bolas de pêlo, que são ingeridas quando se eles se lambem.

Além disso, eles gostam de brincar com as folhinhas se mexendo ao sabor do vento.

Colocar essa planta à disposição de seu gato o ajudará muito, pois você também estará evitando que ele coma alguma planta tóxica, ou que destrua as suas plantas, cultivadas com tanto cuidado.

Coloque o recipiente onde estará o jardim de seu gato, em um local fácil de limpar, pois pode cair terra e sujar o chão em volta. Leve em conta também a luz solar que entrará nesse local, pois algumas plantas crescem na sombra, mas com sol é melhor.

Você utilizará os seguintes materiais: um vaso, jardineira ou bandeja; terra esterilizada; sementes de grama para jardim (seu veterinário poderá indicar as variedades indicadas). Dê preferência para as que crescem rápidamente.

Encha o recipiente escolhido com a terra e deixe um espaço antes de chegar à altura da borda. Molhe a terra, sem exagerar, apenas para umedecê-la.

Depois coloque as sementes na superfície, apenas empurrando-as um pouco para que fiquem em contato com a terra. Coloque mais um pouco de água.

Cuide diariamente desse jardim, colocando água quando necessário.

Espere que a planta cresça antes de oferecê-la ao gato, caso contrário, ele as comerá ainda pequenas e poderá tirar as raízes, sendo necessário que você as palnte novamente. Quando as raízes estiverem firmes no solo, e as plantas de bom tamanho, você poderá oferecê-las ao seu gato.

Não utilize fertilizantes, pois podem ser perigosos para seu gato
Depois que seu gato mastigar essa grama várias vezes, você terá que replantá-la, ou então assim que estiver pronta a primeira jardineira, faça uma segunda, e deste modo terá sempre grama fresquinha para seu bichano.

Dica da Su da minha lista: pode-se plantar, também, alpiste. É, alpiste de passarinhos... legal, né?


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



06/02/2004 11:33

Ser ou não ser.
Se eu sou não significa que você tenha que ser, ou não...


Há umas semanas atrás surgiu na minha lista de discussão, o tema sobre quem comia carne ou não.

Ser Vegan, vegetariano ou carnívoro (isso vc sabe o que é :-) )

Tudo seria perfeitamente normal e a discussão seria saudavelmente interessante se não se tratasse de uma lista sobre animais.

Não um grupo de proteção e sim um espaço para trocarmos experiências, fotos, anseios, dúvidas e onde formei boas e queridas amigas já há 3 anos.

Contudo, como em qualquer assunto polêmico, surgem opiniões inteligentes e veementes e outras não tão inteligentes assim e outras, ainda, repetitivas de consciente coletivo.

Não fosse o radicalismo, tudo pareceria perfeitamente normal.

Veja bem, não estou criticando ninguém, mas vamos ao que interessa.

Comer carne: isso significa que um animal morreu para que nós pudéssemos comê-lo. Trivial e tradicional. Desde o tempo das cavernas é assim.

Significa que houve uma atrocidade cruel a um indefeso animal que não merecia morrer para ser devorado... ( não tinha uma coisa chamada Cadeia Alimentar???)

Mas, espera ai!!! Em pleno século 21 não existem formas de abate tecnologicamente avançadas e politicamente corretas? Não se sabe que o abate deve ser o menos traumatizante possível para que não se libere ¿adrenalina¿ e a carne fique dura ¿ onde ouvi ou li isso?

No que interfere meu amor pelos animais o fato de eu gostar de um churrasco?

Por causa disso serei diferente de quem não come carne ou quem é radicalmente contra comer qualquer coisa que venha de origem animal? (Sexo, então, nem pensar???)

Uma das pessoas comentava, em tom superior, que um dia entenderíamos que somos espiritualmente inferiores e que tínhamos é preguiça de começar a aceitar esse destino.

Parecia lavagem cerebral!!! Mas foi assim mesmo... Surreal.

Não que eu desrespeite o vegetariano ou o vegan, pelo contrário, acho louvável a causa, mas querer impor sua forma de vida e ao mesmo tempo querer que aceitemos que somos seres inferiores por comer um presuntinho, isso foi demais!!!

Repito aqui o que uma de minhas amigas tão sabiamente respondeu: será que o fato de eu comer carne muda a vida das centenas de animais que resgatei e encaminhei para adoção?

Não! Não muda!

Não comer carne é uma opção de vida, acho muito legal até, mas para quem consegue. É um caminho que se escolhe e que se sente bem, completo, satisfeito e pleno.

É justo querer que aceitemos o estilo de vida de cada um, até porque todos nós temos o direito de fazer do nosso corpo o que quisermos. Muito justo querer e exigir respeito a uma opinião, mesmo que contra toda uma maioria, denota personalidade.

Contudo, esse respeito se perde quando se acha que todos à volta, que não adotam a mesma postura, são seres ignóbeis, dignos de pena e inferiores.

O que se diz a um evangélico que insiste que a sua religião é a melhor e que somente ela vai te salvar do purgatório, do inferno, ou sei-lá-mais-o-quê? O que responder ao cara que está na fila do caixa de supermercado, olhando para as guloseimas do seu
carrinho e com aquele sorriso idiota em cima de um enorme broche onde se lê: -Quer emagrecer? Pergunte-me como?

Meus Deus, a impressão é que são uma seita, sei lá...

Para falar a verdade, eu como carne, adoro um bife bem passado acebolado, acho que a vida seria uma merda se não tivesse minha linguicinha... Parei de comer arroz, batata, pão, farinha e coca normal por achar que fazem mal a minha saúde. Com isso baixei meu colesterol e triglicérides. E assim me sinto bem, completa, satisfeita e plena...

Dou leite de soja aos meus filhos porque acho que é saudável. Mas não saio por aí defendendo a erradicação total dos carboidratos da face da terra porque sei que tem gente que gosta. Que não vive sem um pãozinho. Que come ARROZ com MACARRÃO ¿ acreditem!!! Ééééca!!!

O meu estilo de vida é meu. O seu é seu. Você não deixará de ser a pessoa que é por eu não concordar com alguma coisa e vice¿versa.

Numa coisa todos concordamos: todas as religiões convergem para Deus.

E, fala sério... quer emagrecer? Vai malhar e fecha a boca, nada de coscarque, herbalife ou shake milagroso...


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



28/01/2004 17:33
Saiu no O Globo:

28/01/2004 - 12h59m
Morre cachorro que invadiu pista do Santos Dumont

RJ TV
CBN


RIO - Confusão no Aeroporto Santos Dumont na manhã desta quarta-feira. Por volta das 7h30m, um cão vira-lata invadiu a pista do aeroporto e atrapalhou o tráfego aéreo. Dois aviões vindos de Belo Horizonte foram impedidos de pousar.

O aeroporto ficou fechado por 8 minutos e os bombeiros foram chamados para tentar capturar o animal. O cachorro fugiu e se escondeu entre as pedras da pista. Depois de duas horas, o animal foi imobilizado e levado para a Sociedade Protetora dos Animais (Suipa), mas chegou lá morto.

Segundo a supervisora da Suipa Cidéa Nascimento, os bombeiros usaram um equipamento conhecido como cambão para capturar o animal. Este equipamento, uma espécie de laço, é usado apenas quando o animal está muito nervoso.

O Corpo de Bombeiros confirma que usou o equipamento que pode ter provocado a morte do animal.

Esta foi a primeira vez que um animal invadiu a pista do Santos Dumont.

*******************

Tá.

Me perdoem as mais fervorosas defensoras dos animais, mas não acho que se deva crucificar o Corpo de Bombeiros por ter agido com força, cautela ou agilidades necessárias num local tão perigoso, tanto para humanos quanto para animais.

Estar perto ou na pista onde, por sinal, o acesso é proibido, já é por si um ato de falta de informação e ignorância (no sentido de ingenuidade) mesmo!

Mas e o cachorro? Coitado! Estava no lugar errado.

Mas a culpa é de quem? A culpa não é de ninguém especificamente.

Por isso que se bate sempre a mesma tecla da castração, da posse responsável.

O animal está para sobreviver, está nas ruas, está nas praças e, eventualmente nas rodovias e aeroportos e pode, sim, causar acidentes de grandes proporções e machucar ou matar um filho nosso, um marido ou um amigo.

Uma vez meu marido acertou um cavalo na BR 116. O animal já havia sido atropelado e jazia na pista. O cara que o atropelou estava no hospital e seu carro lá no acostamento todo arrebentado. Luiz conseguiu desviar um mínimo necessário só para passar sobre a cabeça e "patinar" no sangue derramado na pista... O carro quebrou, a suspensão foi-se, mas o cinto (mais uma vez) salvou.

Coitado do cavalo! Ele devia estar seguro, dentro do limite da propriedade do idiota do seu dono. Idiota sim!!! Matou o cavalo e poderia ter matado um monte de gente!!!

Voltando ao bombeiro que estava só fazendo seu trabalho, talvez ele mesmo tenha cachorros em casa e os ame, talvez seja um vira-lata que ele mesmo recolheu das ruas pequeno ou da própria Suipa, talvez não tenha tido outra opção.

Me entristece ler notícias assim, mas eu hajo ao invés de protestar. Divulgo, reclamo com autoridades que têm o dever de zelar pelo Meio Ambiente. Castro animais, arrumo lares para os abandonados, enfim....

Esse episódio serve para mostrar a realidade do abandono de animais. Triste fim.


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=



23/01/2004 23:31

Você Sabia?

Gatos que vivem em casas onde pessoas fumam cigarros são duas vezes mais suscetíveis a adquirirem uma forma mortal de câncer conhecida como linfoma felino do que outros gatos, de acordo com o primeiro estudo do gênero em gatos conduzido por cientistas na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Tufts e da Universidade de Massachusetts.


enviada por =^..^=Fabiana=^..^=






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